Pode pesquisar nos 10 mil livros por hora que são escritos com fórmulas mágicas e títulos chamativos.

Pode pesquisar nos 10 mil livros por hora que são escritos com fórmulas mágicas e títulos chamativos, mas no fundo só existem 4 ações que podem ser tomadas para se recuperar as finanças de uma empresa: 

1) você trabalha no faturamento para aumenta-lo;

2) ou você trabalha nos custos variáveis para reduzi-los;

3) ou você trabalha na estrutura da empresa (custos fixos) para diluir os custos no faturamento;

4) ou trabalha no giro financeiro;


Para o faturamento, pode ser trabalhado pela quantidade vendida ou pelo preço. O melhor dos mundos é a junção de ambos, no conjunto pela elasticidade-preço que é uma medida de sensibilidade da variação da quantidade vendida pelo preço vendido. Lembre-se que se reduzir em 20% o preço, precisa aumentar a quantidade em 25% para compensar.


Pela via dos custos variáveis, os caminhos são por evitar o desperdício ou renegociar preço com os fornecedores. Neste ponto, mexer na quantidade de material que participa do seu produto pode alterar a qualidade dele e afetar negativamente as vendas. Seria como colocar menos carne no prato e vender pelo mesmo preço.


Se a alternativa for mexer na estrutura, ou tecnologia, os resultados podem ser bastante eficientes, mas em geral, são a longo prazo e podem exigir grandes investimentos, nem sempre possíveis. O ideal é que essas alterações na estrutura/tecnologia tragam maior produtividade ou qualidade nos serviços ou produtos da empresa.


Já a opção de alterar o giro financeiro envolve receber mais cedo os recursos das vendas ou pagar mais tardiamente as despesas, aliviando o caixa e permitindo menor custo financeiro também.
Fique ligado, pois, nas próximas 4 edições detalharei melhor cada uma das ações, seus impactos e seus riscos.

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